Archive for the ‘reflexão’ Category

Blog em recesso

recesso-e1386883942651Queridos leitores,

Como vocês pud­eram perce­ber, estou meio sum­i­da do blog…

Bom, comecei o Falando Salto como um hob­bie, que sem­pre levei muito a sério. Comecei com a Fê, depois veio a Déa, criamos muito con­teúdo e todos os nos­sos posts sempre tiveram uma pesquisa espe­cial — o que exige muita atenção e tempo.

Mas o FS nunca deixou de ser um hob­bie… E ulti­ma­mente, com a mudança de ap (sempre falta uma coisinha ou outra), volta ao trabalho (período integral) e aos estudos (porque o trabalho exige), já não tenho tido muito tempo para me dedicar ao FS como antes.. Como não quero estar em falta com vocês, nem mais ficar recebendo e-mails falando que eu ando muito preguiçosa e tal (beijinho pra Débora que me falou isso pessoalmente) passei pra avisar que o blog estará em recesso por um período indeterminado.

Claro que sem­pre que surgir uma dica bacana quero compartilhar por aqui. Tenho anotado várias coisas bacanas pra postar, porém pelo car­inho que tenho por vocês, não quero deixar ninguém esperando por posts diários…

Pra quem não me segue ainda no instagram, não gosta de se vincular às redes sociais ou não tem aplicativo no telefone, pode acompanhar um pouquinho das minhas fotos neste link: http://instagram.com/silvinhaguedes

Só peço que se cadastrem/mantenham o cadastro para receber posts novos. Como eu disse, acredito que não consiga mais escrever posts diários, mas minha ideia é manter esse espaço em que sempre fui tão feliz.

Já estou com saudades, mas sempre estarei por aqui!

Pras meninas que perguntaram sobre o ap fica a PROMESSA de montar um post com cada cantinho quando estiver tudo 100% ok?

Mil beijos no coração e até a próxima.

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Por Carmen Guerreiro

“Adorei o seu sapato”, disse uma amiga para mim certa vez.

“Legal, né? Eu comprei em uma feira de artesanato na Colômbia, achei super legal também”, eu respondi, de fato empolgada porque eu também adorava o sapato. Foi o suficiente para causar reticências  quase visíveis nela e no namorado e, se não fosse chato demais, eles teriam dado uma risadinha e rolariam os olhos um para o outro, como quem diz “que metida”. Mas para meia-entendedora que sou, o “ah…” que ela respondeu bastou.

Incrível é que posso afirmar com toda convicção que, se tivesse comprado aquele sapato em um camelô da 25 de março, eu responderia com a mesma empolgação “Legal, né? Achei lá na 25!”. Só que aí sim eu teria uma reação positiva, porque comprar na 25 “pode”.

Experiências como essa fazem com que eu mantenha minhas viagens em 13 países, minha fluência em francês e meus conhecimentos sobre temas do meu interesse (linguística, mitologia, gastronomia etc) praticamente para mim mesma e, em doses homeopáticas, comente entre meu restrito círculo familiar e de amigos (aquele que a gente conta nos dedos das mãos).

Essa censura intelectual me deixa irritada. Isso porque a mediocridade faz com que muitos torçam o nariz para tudo aquilo que não conhecem, mas que socialmente é considerado algo de um nível de cultura e poder aquisitivo superior. E assim você vira um arrogante. Te repudiam pelo simples fato de você mencionar algo que tem uma tarja invisível de “coisa de gente fresca”.

Não importa que ele pague R$ 50 mil em um carro zero, enquanto você dirige um carro antigo e viaja durante um mês a cada ano para o exterior gastando R$ 5 mil (dinheiro que você, que não quer um carro zero, juntou com o seu trabalho enquanto ele pagava parcelas de mil reais ao mês). Não importa que você conheça uma palavra em outra língua que expressa muito melhor o que você quer falar. Você não pode mencioná-la de jeito nenhum! Mas ele escreve errado o português, troca “c” por “ç”, “s” por “z” e tudo bem.

Não pode fazer referência a livro nenhum, ou falar que foi em um concerto de música clássica, ou você é esnobe. Não ouso sequer mencionar meus amigos estrangeiros, correndo o risco de apedrejamento.

Pagar R$200 em uma aula de francês não pode. Mas pagar mais em uma academia, sem problemas. Se eu como aspargos e queijo brie, sou “chique”. Mas se gasto os mesmos R$ 20 (que compra os dois ingredientes citados) em um lanche do Mc Donald’s, aí tudo bem. Se desembolso R$100 em uma roupa ou acessório que gosto muito, sou uma riquinha consumista. Mas gastar R$100 no salão de cabeleireiro do bairro pra ter alguém refazendo sua chapinha é considerado normal. Gastar de R$30 a R$50 em vinho (seco, ainda por cima) é um absurdo. Mas R$80 em um abadá, ou em cerveja ruim na balada, ou em uma festa open bar… Tranquilo!

Meu ponto é que as pessoas que mais exercem essa censura intelectual têm acesso às mesmas coisas que eu, mas escolhem outro estilo de vida. Que pode ser até mais caro do que o meu, mas que não tem a pecha de coisa de gente arrogante.

O dicionário Aulete define a palavra “arrogância” da seguinte forma:

1. Ação ou resultado de atribui a si mesmo prerrogativa(s), direito(s), qualidade(s) etc.

2. Qualidade de arrogante, de quem se pretende superior ou melhor e o manifesta em atitudes de desprezo aos outros, de empáfia, de insolência etc.

3. Atitude, comportamento prepotente de quem se considera superior em relação aos outros; INSOLÊNCIA: “…e atirou-lhe com arrogância o troco sobre o balcão.” (José de Alencar, A viuvinha))

4. Ação desrespeitosa, que revela empáfia, insolência, desrespeito: Suas arrogâncias ultrapassam todo limite.

Pois bem. Ser arrogante é, então, atribuir-se qualidades que fazem com que você se ache superior aos outros. Mas a grande questão é que em nenhum momento coloco que meus interesses por línguas estrangeiras, viagens, design, gastronomia e cultura alternativa são mais relevantes do que outros. Ou pior: que me fazem alguém melhor que os outros. São os outros que se colocam abaixo de mim por não ter os mesmos interesses, taxar esses interesses de “coisa de grã-fino” (sim, ainda usam esse termo) e achar que vivem em um universo dos “pobres legais”, ainda que tenham o mesmo salário que eu. E o pior é que vivem, mesmo: no universo da pobreza de espírito.

Valeu Gi, amei o texto e me identifiquei em vários pontos!

Viva as viagens e viva os amigos verdadeiros “aqueles que a gente conta nos dedos das mãos”.

Amanhã aguardo vocês aqui hein?

beijos

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Recebi um e-mail fofo de uma leitora (Beijo, Ana!) pedindo que eu fizesse o tal video famoso com “50 fatos sobre mim”. Esse vídeo tá super na moda, muitas meninas já fizeram e como tenho um pouco de vergonha de aparecer no vídeo em si, resolvi fazer uma listinha pra compartilhar com vocês com 50 fatos que talvez vocês não saibam ou tenham alguma curiosidade.

Espero que gostem. Fiz com muito carinho pra vocês.

1. Meu cabelo é enrolado;

2. Toco violão, flauta e teclado;

3. Tenho o sonho de trabalhar em uma revista de moda;

4. Sou muito baixinha;

5. Fui à Disney 5 vezes, adoro parque de diversões;

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6. Sou muito desorganizada. Descobri isso quando me casei;

7. Adoro fotografar tudo;

8. Adooooro cozinhar;

9. Eu detesto dividir meu cobertor;

10. Sou apaixonada por cintos e sapatos;

11. Tomo pelo menos um copo de Coca-Cola por dia;

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12. Adoro cheiro de amaciante;

13. Sou muito ligada em datas especiais;

14. Fiz cirurgia nos olhos aos 23 anos e foi uma das maiores alegrias da minha vida;

15. Não gosto muito de video game;

16. Não gosto de flores na cor laranja, copos laranja, enfim não gosto muito da cor laranja;

17. Tenho pena de usar chapinha mas uso aos finais de semana;

18. Adoro música mas me incomoda música alta;

19. Me formei em Direito em 2006;

20. Minha comida favorita é lasanha;

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21. Estudei no Colégio Militar durante 7 anos;

22. Escolhi o nome da minha irmã Mariana quando tinha 1 ano de idade;

23. Sou muitooo sincera;

24. Fiz escola de natação mas não sei nadar muito bem;

25. Já fui da equipe de handball do colégio;

26. Conheci o meu marido na igreja;

27. Não tenho uma cor favorita mas acho que fico bem de vermelho;

28. Tenho coleção de filmes infantis;

29. Morro de medo de filme de terror;

30. Só uso rímel aos finais de semana ou em ocasiões especiais por preguiça de tirar;

31. Compro maquiagem pela embalagem;

32. Minha cidade preferida no mundo é Londres;

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33. Tenho uma cicatriz grande na mão esquerda;

34. Sou fiel ao meu perfume;

35. Não tenho muito jeito com crianças;

36. Prefiro salgado do que doce;

37. Minha atriz preferida é a Meryl Streep;

38. Adoro viajar de navio. Já fiz 8 cruzeiros;

39. Tenho sono pesadíssimo;

40. Gostaria de ter me formado na escola de música;

41. Não sou fã de chocolate;

42. Não gosto muito do meu segundo nome: Maria;

43. Não gosto de sair do shopping sem comprar nada;

44. Adoro ler revista. Assino 4 revistas virtuais e 2 de papel;

45. Choro SUPER à toa;

46. Adoro um banho quente. Quanto mais quente melhor;

47. Adoro siriguela, pinha e goiaba;

48. Quero muito conhecer Veneza;

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49. Não consigo sair sem óculos de sol;

50. Odeio injustiça.

Acho que é isso! Que tal? Espero que tenham gostado! Se tiverem alguma pergunta, podem mandar!

Beijos!

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Parabéns Mariana!

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Hoje é um dia especial! É o aniversário da minha irmã gravidíssima Mari. Falta 1 mês pro Paulinho nascer e ao escolher uma foto que a homenageasse pensei no bebezinho que está a caminho, que com certeza é o seu maior presente! Pra quem não sabe, a Mariana sempre me deu força aqui no blog, é de longe a leitora que mais comenta no FS e por isso nada mais justo que escrever um recadinho pra ela aqui também, não é?

Mari, te desejo toda a felicidade do mundo! Você é minha irmã, minha melhor amiga, minha conselheira, meu suporte e escudo muitas e muitas vezes. Obrigada pelo amor, carinho e amizade incondicional que nos faz mais fortes, unidas e indestrutíveis.

Que Deus a proteja de tudo o que for ruim e que não deixe você perder a beleza que existe em seu coração.

Grande beijo e um feliz aniversário!

PS: Amanhã voltamos com os posts de viagem, meninas!

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Feliz Ano Novo!!!

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O fim de um ano e início de outro é sempre um recomeço, uma possibilidade de fazermos melhor aquilo que não fizemos bem no ano que passou.
É uma oportunidade de nos tornarmos pessoas melhores, de sermos mais felizes, eliminar o que nos faz mal, trabalhar mais, cuidar da saúde que às vezes deixamos de lado, e o que é mais importante, ter mais fé…
Recomeçar é sempre maravilhoso, e eu quero desejar para vocês, queridos leitores, com quem compartilhei todo o meu ano, um lindo e esperançoso 2013, para todos!
Que seja o recomeço ou apenas a continuidade de uma vida mais feliz e leve.
E se nada deu certo em 2012, fique tranquilo, 2013 está aí com as folhas em branco para você escrever uma nova história na sua vida!
Beijos, com carinho e semana que vem a gente volta com posts novinhos ok?
Feliz 2013!
Obs: Lá em cima, fotos de parte da minha família que eu amo.

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Hoje estava conversando com o marido sobre os nossos planos para 2013 e resolvemos incluir exercícios físicos na nossa LISTINHA DE METAS.

Ainda não sabemos se vai dar certo, se a ideia vai vingar, mas enfim, o marido sugeriu a compra de uma bicicleta aqui pra casa.

Dei uma olhada no Google e me surpreendi…

Parece que as bikes se tornaram muito mais que um meio de transporte ou forma de exercício físico. Hoje elas ditam moda e surgem de diferentes tamanhos, modelos e cores.

Que tal? Alguém aí tem uma boa bike e recomenda? Deu até um pouquinho de vontade 

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Será que números não mentem mesmo? Bom, segundo a pesquisa encomendada pelo site myhighst.co.uk, uma mulher só aprende a fazer compras com 57 anos minha gente. Sim, 57 anos!

Segundo a revista, quando a gente atinge essa idade paramos de cometer aqueles erros de vítimas da moda, paramos de esperar tanto do look e desencanamos de receber elogios (mas em que universo alguém deixa de esperar um elogio?). Vai entender…

Enfim, mas dá pra ser muito feliz e estilosa nesse meio tempo, né? Claro que não existem fórmulas mágicas pra alguém ser considerado bem vestido. Afinal, um bom look é o resultado de várias combinações que deram certo.

A seguir, o que toda mulher estilosa sabe sobre si mesma (e que nós devemos saber também):

1) Quem é o comprimento que mais te valoriza? Mini saia, longuete, longo, mullet… Experimente na frente do espelho e veja com qual deles você se sente mais bonita! Vale bater foto e comparar depois.

2) Cor: qual o seu tom? Às vezes a gente acha uma cor linda num quadro, em outra pessoa, mas ela não é necessariamente a nossa melhor aposta. Separe umas blusas que você ama e faça o teste! Qual ressalta mais o seu tom de pele, o seu sorriso, o seu olhar?

3) Proporções: essa é a que mais faz diferença! Você fica melhor com uma parte debaixo mais justa e a de cima mais larga ou ao contrário? Cintura marcada ou cintura mais soltinha? Todas para frente do espelho em 3,2…

PS: Amanhã os posts de viagem continuam…

Créditos: Helô Gomes

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